Apenas para avisar, novamente e de forma reposicionada, que a presente e desinteressante página ficará em pousio até ao dia do Trabalhador ou quase.
Entretanto, com o iPod já carregado, novamente no limiar dos 20 GB e a mochila com 3 kgs. de livros que aguardavam serenamente a sua vez de serem devorados, segue igualmente o cortador de charutos, o boné e os óculos escuros. Os ditos compram-se lá.
Para mim, é o bastante.
Cordiales Saludos!
4.18.2008
4.17.2008
Contra o Jet-Lag
Em preparação, uma extensa playlist, até dar conta da bateria do iPod e enquanto o sono não chega:
Vampire Weekend - Vampire Weekend
Raconteurs - Consolers of the Lonely
M83 - Saturdays / Youth (o álbum todo; fenomenal)
M.I.A. - Bamboo Banga
Feist - My Moon My Man
Spoon - Don´t make me a target
Cut Copy - Saturdays
Sun Kil Moon - Like the River
The Dodo´s - Walking
Hercules and Love Affair - Blind
Daft Punk - Around the World (Live)
Umas 2.30 horas fresquinhas como o tempo.
Vampire Weekend - Vampire Weekend
Raconteurs - Consolers of the Lonely
M83 - Saturdays / Youth (o álbum todo; fenomenal)
M.I.A. - Bamboo Banga
Feist - My Moon My Man
Spoon - Don´t make me a target
Cut Copy - Saturdays
Sun Kil Moon - Like the River
The Dodo´s - Walking
Hercules and Love Affair - Blind
Daft Punk - Around the World (Live)
Umas 2.30 horas fresquinhas como o tempo.
Estádio de Oeiras
Passado o perigo que se insinuou na noite de ontem, o caminho está aberto para a vitória do FCP na final da Taça de Portugal. Houve júbilo pelo país, dentre as suas centenas de milhar de adeptos.
Como sabemos, o FCP não tem medo de ninguém. Dos árbitros, da polícia, dos juízes e procuradores, das demais autoridades, dos adversários.
O FCP só tem medo de uma coisa, que sempre o atormenta.
Que de tempos a tempos, regressa, da "morgue", do inferno, do sul corrupto e malfeitor, ameaçadora.
O FCP só tem medo do Benfica.
Como sabemos, o FCP não tem medo de ninguém. Dos árbitros, da polícia, dos juízes e procuradores, das demais autoridades, dos adversários.
O FCP só tem medo de uma coisa, que sempre o atormenta.
Que de tempos a tempos, regressa, da "morgue", do inferno, do sul corrupto e malfeitor, ameaçadora.
O FCP só tem medo do Benfica.
4.10.2008
4.08.2008
Novas de primavera
Vampire Weekend.
Muito falados. Música simpática.
Curiosamente, em Portugal começamos, lentamente, a ter hábitos de cidades modernas.
Uma banda novíssima, com o primeiro álbum chegado à rua, e já anunciados para tocar por cá.
Casa da Música, Porto, 30 de Maio.
Muito falados. Música simpática.
Curiosamente, em Portugal começamos, lentamente, a ter hábitos de cidades modernas.
Uma banda novíssima, com o primeiro álbum chegado à rua, e já anunciados para tocar por cá.
Casa da Música, Porto, 30 de Maio.
4.05.2008
Provavelmente o melhor pedaço de estrada deste nosso Portugal
Cruzamento do Confurco, troço de Fafe/Lameirinha, EN 311 Fafe-Cabeceiras de Basto.
Definitivamente, o melhor local onde algum dia assisti a um rali.
Exigem-se medidas urgentes
Ando a perder bons concertos em série. Não pode ser.
Campo Pequeno, Lisboa. Munich, Editors.
4.03.2008
A festa do tri
Tenho para mim que querem tirar os pontos ao FCP que dêem exactamente para que os festejos do título sejam feitos em casa contra o Benfica.
Não falo de futebol aqui. Muito menos de justiça desportiva. Não tenho paciência.
Não falo de futebol aqui. Muito menos de justiça desportiva. Não tenho paciência.
3.29.2008
Travelling without moving
Certas músicas remetem imediatamente para certos locais.
Automatic Stop, Strokes, para Times Square, NYC, para a Virgin Megastore (perto da rua onde viramos para ir jantar à Cabana Carioca, esse templo luso-brasileiro do bacalhau com todos e da caipirinha em plena Manhattan). Para onde comprei Room on Fire, em finais de 2003.
Trata-se aqui, claramente, de um reenvio não prejudicial, recordando os longínquos ensimamentos do Direito Internacional Privado...
Automatic Stop, Strokes, para Times Square, NYC, para a Virgin Megastore (perto da rua onde viramos para ir jantar à Cabana Carioca, esse templo luso-brasileiro do bacalhau com todos e da caipirinha em plena Manhattan). Para onde comprei Room on Fire, em finais de 2003.
Trata-se aqui, claramente, de um reenvio não prejudicial, recordando os longínquos ensimamentos do Direito Internacional Privado...
Man at Work
Trabalhando, tarde fora, a um sábado, à boleia de uma playlist do iPod especial para missões igualmente especiais, que vai debitando coisas mansas como Prefab Sprout, GNR, Luna, Durutti Column, James, Rodrigo Leão, Sérgio Godinho, Sétima Legião, Lou Reed, Penguin Cafe Orchestra, Cocteau Twins, Cat Power, etc.
3.27.2008
Esperai lá!
Ainda a propósito do concerto de Beirut a 27 de Julho: então não é que, no mesmo dia, temos Kings of Convenience na Casa da Música do Porto?
Mas quem é a besta que marca concertos para o mesmo dia? Deve ser a mesma que marcou Lou Reed e Leonard Cohen igualmente para a mesma data em Julho...
Mas quem é a besta que marca concertos para o mesmo dia? Deve ser a mesma que marcou Lou Reed e Leonard Cohen igualmente para a mesma data em Julho...
Especial Pinóquio Praça dos Restauradores
Beirut, 27 de Julho, Coliseu de LX, segundo o Diário Digital.
O que quer dizer, regra geral, gambas com sal, um pica-pau enorme e umas quantas imperiais na esplanada do Pinóquio dos Restauradores.
O que quer dizer, regra geral, gambas com sal, um pica-pau enorme e umas quantas imperiais na esplanada do Pinóquio dos Restauradores.
3.26.2008
Deliberações do novo Conselho de Administração recém-empossado:
No decurso da anunciada compra dos 2 digníssimos representantes da nobre linhagem automóvel inglesa, são desde já introduzidas as seguintes mudanças nas duas marcas:
1. Apresentação da gama por castas, da superior para a inferior, aquela meio reles que nem as moscas querem cheirar:
Superior:


Média:

Inferior:

Desclassificado da sociedade, sem casta atribuída:

2. Introdução, na gama todo-o-terreno, das versões:
Land Rover Chamuça
Land Rover Caril
Land Rover Pinta-Vermelha-no-Vidro-da-Frente
Pelo C.A,
Rajiv Tata, Vogal
1. Apresentação da gama por castas, da superior para a inferior, aquela meio reles que nem as moscas querem cheirar:
Superior:


Média:

Inferior:

Desclassificado da sociedade, sem casta atribuída:

2. Introdução, na gama todo-o-terreno, das versões:
Land Rover Chamuça
Land Rover Caril
Land Rover Pinta-Vermelha-no-Vidro-da-Frente
Pelo C.A,
Rajiv Tata, Vogal
3.25.2008
"Ouvisto de Passagem" regressa triunfante!
(Por interposta e atenta pessoa, que nos fez chegar a "pérola" e a quem penhoradamente agradecemos e atribuímos os créditos autorais)
Na caixa do hipermercado, um senhor de idade e a menina da caixa denotam conhecer-se doutras paragens.
Por isso, conversam animadamente sobre essa candente questão que é "o tempo".
Diz ela:
"- Está mesmo estranho este tempo, ainda há pouco estava um sol tão bonito e agora já está outra vez tudo encoberto!"
Responde o freguês, com ar grave:
"- É verdade, é mesmo Março na verdadeira ascensão da palavra..."
Podem acompanhar a leitura disto com aquela música da Sétima Legião, que pedia emprestada a voz de Teresa Salgueiro. Ou até com a versão do Rodrigo Leão...
Na caixa do hipermercado, um senhor de idade e a menina da caixa denotam conhecer-se doutras paragens.
Por isso, conversam animadamente sobre essa candente questão que é "o tempo".
Diz ela:
"- Está mesmo estranho este tempo, ainda há pouco estava um sol tão bonito e agora já está outra vez tudo encoberto!"
Responde o freguês, com ar grave:
"- É verdade, é mesmo Março na verdadeira ascensão da palavra..."
Podem acompanhar a leitura disto com aquela música da Sétima Legião, que pedia emprestada a voz de Teresa Salgueiro. Ou até com a versão do Rodrigo Leão...
Goze-se o silêncio
Estive pela primeira vez no Festival Sudoeste em 1998.
Um alinhamento fortíssimo, conforme se dá conta neste cartaz desse mesmo ano:
Vem isto a propósito do renascimento dos Portishead.
Nessa noite de Domingo, 9 de Agosto de 1998, em fim de festa, Beth Gibbons e seus pares foram autores de uma proeza que não voltei a ver repetida em actuações festivaleiras, por nenhuma banda: colocaram em absoluto silêncio as 20 e tal mil almas que estavam em frente ao palco, como que hipnotizadas pela música que ouviam. O silêncio só foi interrompido, entre cada música, para aplausos quase histéricos.
Ouvi tantas e tantas vezes o álbum Dummy, nesses tempos, que o arrumei no fundo da gaveta há já alguns anos.
Está na hora de o ir buscar outra vez. Para fazer companhia ao novo Third, a aparecer por aí por estes dias.
Um alinhamento fortíssimo, conforme se dá conta neste cartaz desse mesmo ano:
Vem isto a propósito do renascimento dos Portishead.
Nessa noite de Domingo, 9 de Agosto de 1998, em fim de festa, Beth Gibbons e seus pares foram autores de uma proeza que não voltei a ver repetida em actuações festivaleiras, por nenhuma banda: colocaram em absoluto silêncio as 20 e tal mil almas que estavam em frente ao palco, como que hipnotizadas pela música que ouviam. O silêncio só foi interrompido, entre cada música, para aplausos quase histéricos.
Ouvi tantas e tantas vezes o álbum Dummy, nesses tempos, que o arrumei no fundo da gaveta há já alguns anos.
Está na hora de o ir buscar outra vez. Para fazer companhia ao novo Third, a aparecer por aí por estes dias.
(ainda a propósito dos casados de fisco:) formcasoriofinancas@INCONTINENTAL.pdf
Para encerrar o caso entretanto aberto, perfilhamos as alterações ao formulário dos casórios preconizadas pelo douto Incontinental, aqui.
3.24.2008
Direito Fiscal - Caso prático comentado
A propósito dos novos deveres de colaboração dos contribuintes com o Fisco, hoje novamente relembrados:
A, médico, casado com B, advogada, estão radiantes com o casório da filha C com D, filho de E e de F, empresários.
Dá-se o enlace, em ambiente de grande luxo e ostentação, grande festa, etc. e tal.
No dia seguinte, os pombinhos partem em lua-de-mel para um destino paradisíaco.
Passados outros 3 dias, os paizinhos recebem uma notificação das finanças, para apresentarem documentação sobre as despesas com o casamento.
A resposta não tardou, por parte de A, B, E e F:
"Informa-se V. Exa. que o casamento correu muito bem, graças a Deus.
Fomos desde logo surpreendidos, à chegada à Igreja (para a qual nos deslocámos a pé, em consonância com as melhores práticas saudáveis instituídas no país), pela quantidade de ramagens e flores que, com o vento da noite anterior, tinham entrado pela porta entreaberta da igreja, conferindo um ar festivo ao seu interior. Calhou mesmo bem, porque estava realmente bem enfeitada.
Curiosamente, estava a um canto do templo um senhor de modos humildes a tocar órgão, ao qual os circunstantes foram dando moedas para que continuasse a tocar. Tratava-se concerteza de um pedinte ou assim.
Fomos também dispensados do pagamento da côngrua pelo Sr. Padre que presidiu ao serviço religioso, por sermos pessoas de fracos rendimentos.
Tendo decorrido na Igreja adjacente à paragem dos transportes públicos, os convidados e os noivos apanharam todos o autocarro, onde usaram o respectivo passe social para a viagem em direcção ao "copo de água", que decorreu no parque verde da cidade.
Copo de água que, como o próprio nome indica, não passou disso mesmo.
Cada um dos convidados foi comprar a sua sanduiche ao quiosque e a sua bebida, que pagaram individualmente e em dinheiro (sendo que desafortunadamente a máquina registadora do quiosque estava sem toner e por isso não imprimiu as respectivas facturas).
No final do petisco, todos os convidados tiveram a oportunidade de durante uns bons 15 minutos, tirar fotografias com os seus telemóveis junto dos noivos, o que até foi patusco.
No final, a avó do noivo desembrulhou o bolo que fez em sua casa e distribuiu uma fatia por cada convidado, ao mesmo tempo que colocou o seu rádio Sony Mega Bass de pilhas a tocar, dando início ao baile.
Este durou até final da tarde, no parque verde, e foi acompanhado por 5 garrafões de Água do Luso que comprámos para oferecer aos convidados no dito "copo de água", do qual juntamos a factura de compra no supermercado, no valor de 7,55 €, sendo por isso a única despesa a reportar pelo casamento dos nossos filhos.
Instados ainda a informar se presenciámos, no mesmo dia, alguma outra festividade análoga, apenas registamos a vitória do clube de futebol local, pois passámos, à saída do parque, por uma longa caravana automóvel que apitava ruidosamente, e na qual todos os carros ostentavam uma tirinha branca a esvoaçar agarrada à antena do rádio.
Mas concretamente casamentos, não, não presenciámos mais nada.
Após a entrega da resposta ao Fisco, congratularam-se os compadres A, B, E e F, ao ver as fotos do casamento enquanto beberricavam um Pol Roger Bruto e trincavam umas tiras de pata negra 5 Jotas:
"- Safa, olhe que quando recebi a carta das Finanças, pensei que era por causa das minhas consultas sem recibo ou daquela minha aplicação nas Cayman" , ao que retorquiu o compadre: "...ou da minha casa do Algarve comprada em dinheiro, ou do IVA que não paguei... que susto!"
A, médico, casado com B, advogada, estão radiantes com o casório da filha C com D, filho de E e de F, empresários.
Dá-se o enlace, em ambiente de grande luxo e ostentação, grande festa, etc. e tal.
No dia seguinte, os pombinhos partem em lua-de-mel para um destino paradisíaco.
Passados outros 3 dias, os paizinhos recebem uma notificação das finanças, para apresentarem documentação sobre as despesas com o casamento.
A resposta não tardou, por parte de A, B, E e F:
"Informa-se V. Exa. que o casamento correu muito bem, graças a Deus.
Fomos desde logo surpreendidos, à chegada à Igreja (para a qual nos deslocámos a pé, em consonância com as melhores práticas saudáveis instituídas no país), pela quantidade de ramagens e flores que, com o vento da noite anterior, tinham entrado pela porta entreaberta da igreja, conferindo um ar festivo ao seu interior. Calhou mesmo bem, porque estava realmente bem enfeitada.
Curiosamente, estava a um canto do templo um senhor de modos humildes a tocar órgão, ao qual os circunstantes foram dando moedas para que continuasse a tocar. Tratava-se concerteza de um pedinte ou assim.
Fomos também dispensados do pagamento da côngrua pelo Sr. Padre que presidiu ao serviço religioso, por sermos pessoas de fracos rendimentos.
Tendo decorrido na Igreja adjacente à paragem dos transportes públicos, os convidados e os noivos apanharam todos o autocarro, onde usaram o respectivo passe social para a viagem em direcção ao "copo de água", que decorreu no parque verde da cidade.
Copo de água que, como o próprio nome indica, não passou disso mesmo.
Cada um dos convidados foi comprar a sua sanduiche ao quiosque e a sua bebida, que pagaram individualmente e em dinheiro (sendo que desafortunadamente a máquina registadora do quiosque estava sem toner e por isso não imprimiu as respectivas facturas).
No final do petisco, todos os convidados tiveram a oportunidade de durante uns bons 15 minutos, tirar fotografias com os seus telemóveis junto dos noivos, o que até foi patusco.
No final, a avó do noivo desembrulhou o bolo que fez em sua casa e distribuiu uma fatia por cada convidado, ao mesmo tempo que colocou o seu rádio Sony Mega Bass de pilhas a tocar, dando início ao baile.
Este durou até final da tarde, no parque verde, e foi acompanhado por 5 garrafões de Água do Luso que comprámos para oferecer aos convidados no dito "copo de água", do qual juntamos a factura de compra no supermercado, no valor de 7,55 €, sendo por isso a única despesa a reportar pelo casamento dos nossos filhos.
Instados ainda a informar se presenciámos, no mesmo dia, alguma outra festividade análoga, apenas registamos a vitória do clube de futebol local, pois passámos, à saída do parque, por uma longa caravana automóvel que apitava ruidosamente, e na qual todos os carros ostentavam uma tirinha branca a esvoaçar agarrada à antena do rádio.
Mas concretamente casamentos, não, não presenciámos mais nada.
Após a entrega da resposta ao Fisco, congratularam-se os compadres A, B, E e F, ao ver as fotos do casamento enquanto beberricavam um Pol Roger Bruto e trincavam umas tiras de pata negra 5 Jotas:
"- Safa, olhe que quando recebi a carta das Finanças, pensei que era por causa das minhas consultas sem recibo ou daquela minha aplicação nas Cayman" , ao que retorquiu o compadre: "...ou da minha casa do Algarve comprada em dinheiro, ou do IVA que não paguei... que susto!"
3.20.2008
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