Recordando aquilo que foi dito aqui:
9.29.2006
Fim de noite
Num hipotético local onde só passasse boa música, numa série delas dessas mesmo muito boas, a última que devia passar antes da casa fechar, devia ser esta:
New Order, 1981
Para que no regresso a casa, nos lembrássemos que há músicas que mesmo que passem 10 anos sem que as ouçamos, elas andam por aí, à nossa espera...
The Him
Some days you waste your life away
These times I find no words to say
A crime I once committed filled me
Too much of heaven's eyes
I saw through
Only when meanings have no reason
They're taken beyond your sense of right
Small boy kneels, wandering in a great hall
He pays pennance to the air above him
White circles, black lines surround me
Reborn, so plain my eyes see
This is the reason that I came here
To be so near to such a person
I'm so tired,
I'm so tired
These times I find no words to say
A crime I once committed filled me
Too much of heaven's eyes
I saw through
Only when meanings have no reason
They're taken beyond your sense of right
Small boy kneels, wandering in a great hall
He pays pennance to the air above him
White circles, black lines surround me
Reborn, so plain my eyes see
This is the reason that I came here
To be so near to such a person
I'm so tired,
I'm so tired
New Order, 1981
Para que no regresso a casa, nos lembrássemos que há músicas que mesmo que passem 10 anos sem que as ouçamos, elas andam por aí, à nossa espera...
Já de seguida, um clássico, um intermédio e um moderno:
O original, aqui num registo video com uma qualidade insuspeita:
O intermédio é aquele que aparenta ser o original, que o imita dentro de um registo com alguma qualidade:
(Acrescento que já assisti ao vivo a esta versão e endoideci ao ouvi-la, conforme notícia oportunamente dada aqui
A réplica, criticada por alguns, aclamada por outros mais:
Joy Division, Bauhaus e She Wants Revenge. Tal como na Impressão Digital dos GNR, sinto-te uma fotocópia, prefiro o original...
O intermédio é aquele que aparenta ser o original, que o imita dentro de um registo com alguma qualidade:
(Acrescento que já assisti ao vivo a esta versão e endoideci ao ouvi-la, conforme notícia oportunamente dada aqui
A réplica, criticada por alguns, aclamada por outros mais:
Joy Division, Bauhaus e She Wants Revenge. Tal como na Impressão Digital dos GNR, sinto-te uma fotocópia, prefiro o original...
9.27.2006
9.25.2006
I`ve been tired / A Canseira
Estou cansado de esperar. Vou rapidamente pôr-me ao caminho, direcção FNAC, e dar largas aos decibéis de Cansei de ser Sexy.
Brasil rocks!
Brasil rocks!
9.22.2006
Ecos da Crise
Diz-se que ela anda por aí.
Nota-se.
Barca Velha 1999 a 150,00 € a garrafa esgotadíssimo por todo o país.
Nota-se.
Barca Velha 1999 a 150,00 € a garrafa esgotadíssimo por todo o país.
9.21.2006
Porque aquilo que dizem que eu sou...
That´s what I´m not. Continuo a abanar furiosamente o pézito debaixo da secretária ao som das aceleradíssimas malhas de Arctic Monkeys.
Sportlich. Leicht. Kurz
As revistas semanais da especialidade dão conta da comemoração do 10º aniversário da apresentação do Mercedes SLK.
Em Paris, no Mondial de L´Automobile de 1996, em forma definitiva (estive lá), depois do concept mostrado no mesmo certame em 1994 (que também tive a graça de visitar). Tornou-se um dos maiores sucessos de vendas da marca e um dos carros mais simpáticos em circulação por aí.
Para mim, sempre teve virtudes e vários defeitos: pelas primeiras a hipótese bem real de funcionar como carro único, dada a sua versatilidade (que marcou o início da moda coupé-cabriolet 2-em-1), o conforto geral e o isolamento acústico em modo aberto. Já agora, acrescento a fabulosa recepção rádio do Becker de série que equipa este (e quase todos os restantes) Mercedes.
Pelas segundas, uma palavra: sensaboria, tanto no pisar da estrada, como na direcção altamente imprecisa, passando pela caixa de velocidades lentíssima, acabando no ruído de panela rota do motor+compressor Roots da versão 2000 Kompressor.
Pelo exposto reafirmo a supremacia absoluta de qualquer Porsche Boxster face a este Mercedes apenas janota, do qual deixo foto acima...
Em Paris, no Mondial de L´Automobile de 1996, em forma definitiva (estive lá), depois do concept mostrado no mesmo certame em 1994 (que também tive a graça de visitar). Tornou-se um dos maiores sucessos de vendas da marca e um dos carros mais simpáticos em circulação por aí.
Para mim, sempre teve virtudes e vários defeitos: pelas primeiras a hipótese bem real de funcionar como carro único, dada a sua versatilidade (que marcou o início da moda coupé-cabriolet 2-em-1), o conforto geral e o isolamento acústico em modo aberto. Já agora, acrescento a fabulosa recepção rádio do Becker de série que equipa este (e quase todos os restantes) Mercedes.
Pelas segundas, uma palavra: sensaboria, tanto no pisar da estrada, como na direcção altamente imprecisa, passando pela caixa de velocidades lentíssima, acabando no ruído de panela rota do motor+compressor Roots da versão 2000 Kompressor.
Pelo exposto reafirmo a supremacia absoluta de qualquer Porsche Boxster face a este Mercedes apenas janota, do qual deixo foto acima...
Ascot Race
Um dia, li algures que uma senhora tinha sido convidada a abandonar o recinto VIP das famosas corridas de cavalos inlgesas por trazer consigo um chapéu de chuva com a inscrição "Merde. Il pleut."
Hoje pela manhãzinha bem que me apeteceu dizer pior que isso. Bem pior.
Hoje pela manhãzinha bem que me apeteceu dizer pior que isso. Bem pior.
Pianices
Um dos instrumentos que mais gosto de ouvir, para lá do costumeiro ruído que me acompanha frequentemente, é o piano.
Assim sendo, tomo o liberdade de elencar aqui uma FABULOSA interpretação do imortal Paranoid Android apanhada aqui. É só seguir o link mp3, e já agora, aproveitar a restante grande onda deste Androide Paranoide!
Assim sendo, tomo o liberdade de elencar aqui uma FABULOSA interpretação do imortal Paranoid Android apanhada aqui. É só seguir o link mp3, e já agora, aproveitar a restante grande onda deste Androide Paranoide!
9.18.2006
Etiquetagem rápida
Considerando as leges artis vigentes, e atendendo ao repto do primo Incontinental ao qual nunca-por-nunca deixaria de responder, segue a minha (falta de) etiqueta:
1 - Quando não estou a fazer qualquer outra coisa, normalmente estou a ler;
2 - Aprendi a gostar da Académica (da qual muito gosto e com a qual muito me arrelio), ensinaram-me a gostar do Benfica (do qual gosto bastante menos);
3 - Sou menino para andar 200 kms. para almoçar, jantar e/ou provar um vinho novo (desde que seja bom, preferencialmente do Douro) num sítio recomendado desde que alguma alma caridosa se ofereça para guiar no regresso. Entretanto, só fumo Puros e primos deles, ao ar livre;
4 - Comecei em 1991 com estes senhores a ausentar-me de casa para ver concertos e na passada semana ainda não me tinha passado o (gostoso) hábito;
5 - Amo os 911, enojou-me o 9-11. Assim, só não gosto mais de automóveis porque parece mal.
6 - Sou um irreprimível fã da luz Portuguesa. A nossa luz solar não tem paralelo sequer aproximado, seja a partir da muralha de Cacela-a-Velha, ao fim da tarde na marginal de Caminha, no alto do Castelo de S. Jorge, no Picoto da Melriça (quem já esteve MESMO no Centro de Portugal?) ou em qualquer outro local deste rectãngulo numa manhã solarenga de Janeiro.
Quanto aos seis da vida airada para etiquetagem, enumeram-se os seguintes:
1 - Este
2 - Este aqui
3 - Aquele
4 - Esse aí
e
5 - E mais este.
1 - Quando não estou a fazer qualquer outra coisa, normalmente estou a ler;
2 - Aprendi a gostar da Académica (da qual muito gosto e com a qual muito me arrelio), ensinaram-me a gostar do Benfica (do qual gosto bastante menos);
3 - Sou menino para andar 200 kms. para almoçar, jantar e/ou provar um vinho novo (desde que seja bom, preferencialmente do Douro) num sítio recomendado desde que alguma alma caridosa se ofereça para guiar no regresso. Entretanto, só fumo Puros e primos deles, ao ar livre;
4 - Comecei em 1991 com estes senhores a ausentar-me de casa para ver concertos e na passada semana ainda não me tinha passado o (gostoso) hábito;
5 - Amo os 911, enojou-me o 9-11. Assim, só não gosto mais de automóveis porque parece mal.
6 - Sou um irreprimível fã da luz Portuguesa. A nossa luz solar não tem paralelo sequer aproximado, seja a partir da muralha de Cacela-a-Velha, ao fim da tarde na marginal de Caminha, no alto do Castelo de S. Jorge, no Picoto da Melriça (quem já esteve MESMO no Centro de Portugal?) ou em qualquer outro local deste rectãngulo numa manhã solarenga de Janeiro.
Quanto aos seis da vida airada para etiquetagem, enumeram-se os seguintes:
1 - Este
2 - Este aqui
3 - Aquele
4 - Esse aí
e
5 - E mais este.
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